sábado, 31 de outubro de 2009

Dez mentiras e verdades sobre o orgasmo



- Esclareça suas dúvidas sobre esse tema e deixa a sua vida ainda maissssssssss prazerosa -

1. É mais fácil para a mulher atingir o orgasmo quando está na posição por cima do homem:

Verdade
Isso ocorre porque ela pode friccionar o clitóris no púbis do homem enquanto se movimenta, aumentando as suas sensações e facilitando o orgasmo.

2. O orgasmo tem que acontecer em toda a relação sexual:
Mentira
O orgasmo não deve ser o objetivo de toda a relação sexual. As carícias e todo o prazer vivido durante o ato sexual devem ser valorizados. Pode acontecer uma boa relação sexual sem que um ou ambos os parceiros atinjam o orgasmo.

3. As mulheres depois dos 50 sentem mais desejo e têm mais orgasmos:
Mentira
O desejo não está vinculado com a idade e sim com a possibilidade de ser vivido. Quando uma mulher é mais jovem ela é menos experiente, isso pode fazer com que tenha mais inibição. Uma mulher com mais idade e eventualmente com maior experiência sexual, se encontra mais livre para viver a sexualidade plenamente.

4. O orgasmo vaginal é mais intenso que o clitoriano:
Mentira
O orgasmo clitoriano é mais comum, mas a intensidade não depende do órgão e sim da excitação e entregas alcançadas a cada nova relação sexual.

5. Fazer sexo faz bem para a beleza, ter orgasmos faz bem pra pele:
Verdade
A troca sexual é uma das mais importantes maneiras de se renovar a energia. A pele ganha mais luminosidade; a beleza natural brota de dentro para fora. O orgasmo promove saúde.

6. O orgasmo acontece da mesma maneira para todas as pessoas:
Mentira
O orgasmo para cada pessoa provoca reações diferentes. E a cada vez pode ser diferente também. Para alguns é mais intenso, para outros é mais silencioso. O que ocorre sempre é que esta é uma sensação de entrega absoluta às sensações, ao desejo sexual e ao parceiro.

7. Quem se masturba tem mais facilidade de chegar ao orgasmo numa relação:
Verdade
Quem você se masturba acaba conhecendo melhor o próprio corpo e suas sensações. Dessa forma pode buscar posições e situações que favoreçam essas sensações de prazer. Também poderá orientar melhor o parceiro sobre aquilo de que mais gosta e sobre as coisas que funcionam para aumentar suas sensações de prazer.

8. Orgasmos múltiplos são coisa de cinema:
Mentira
Algumas mulheres experimentam o orgasmo múltiplo. Percebe-se que essas mulheres tem muito conhecimento do próprio corpo e capacidade de entregar-se com grande intensidade ao ato sexual e ao parceiro.

9. O melhor orgasmo é o que acontece simultaneamente para os dois parceiros:
Mentira
O orgasmo simultâneo é muito raro. E nada garante que esta forma seja a de maior intensidade. Mais frequentemente o orgasmo ocorre em momentos diferentes nos quais cada um, seguindo seu ritmo, pode experimentar intensamente as próprias sensações.

10. É impossível ter orgasmo com sexo anal:
Mentira
O orgasmo depende da excitação e da intensidade das sensações. O ânus é uma região altamente excitável, o que poderá provocar sensações de imenso prazer que podem conduzir ao orgasmo.

Aproveitem com responsabilidade!!!
Bjs doces.

domingo, 25 de outubro de 2009

UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA


JORNAL A TARDE – SALVADOR/BA
15 DE JULHO DE 2008

Andreia Cerqueira, 16, aluna do Cefet, nunca procura os pais para conversar sobre sexo. Do outro lado, eles também não tentam o diálogo, mas Andreia não vê problemas no distanciamento. “Não incomodo minha mãe nem ela me incomoda com isso, e somos felizes. Não deixo de ter informação por causa disso”.
Camila Neves, 16, também do Cefet, conversa com a mãe sobre tudo. “Acho importante que, mesmo que haja algum bloqueio, a gente procure conversar com os pais. Eles são mais experientes e podem falar sobre certas coisas com uma profundidade que os amigos não são capazes de oferecer”.
No Brasil, o caso de Andreia é atípico. De acordo com a última pesquisa nacional sobre o comportamento sexual do brasileiro, de 2005, a família é a principal responsável por informação sobre prevenção para 83,8% dos garotos e 64,3% das meninas entre 16 e 19 anos, superando a televisão e a escola – outras fontes de informação mais citadas. O total de adolescentes no Brasil dentro dessa faixa etária, de acordo com o Censo de 2000, é de 14.420.683 pessoas, dos dois sexos.
Consciência – Quanto às desculpas para não usar camisinha na primeira vez, elas podem ser resumidas em uma palavra: descuido. Segundo a pesquisa, 59,8% dos homens e 12,3% das mulheres entre 16 e 19 anos alegaram não ter preservativo na hora H, ou simplesmente ter esquecido.
“O problema do não-uso da camisinha nas faixas etárias mais jovens não é informação. É muito mais difícil, por exemplo, tentar conscientizar uma pessoa mais velha, porque a Aids não faz parte da geração dela. Para os mais jovens, a questão é de displicência”, afirma Steffan Nath, diretor-presidente da ONG Equipe Voluntária Brasil, que atua na sensibilização da população para a importância da prevenção da Aids. Para Nath, o álcool é um dos principais responsáveis pelos “acidentes”. Uma ou duas cervejas a mais e tem gente que cede ao impulso e deixa passar.

Fonte: JORNAL A TARDE
Saymon Nascimento